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Quarta, 03 de Janeiro de 2018

Por G1

Os proprietários de veículos registrados no Estado de São Paulo não vão mais receber o aviso de vencimento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2018. A Consulta deverá ser feita apenas pela internet no site www.valoripva2018.fazenda.sp.gov.br. Para isso é preciso fornecer o número do Renavam e placa do veículo.

O valor também estará disponível em toda a rede bancária a partir desta quinta-feira (21). A consulta pode ser realizada nos terminais de autoatendimento, pela internet ou diretamente nas agências, bastando o número do Renavam do veículo.

Segundo a Secretaria da Fazenda de São Paulo (Sefaz), a mundança ocorreu por causa da edição da nova Lei do IPVA, em 2008. Por esta razão, "a Secretaria da Fazenda tem estreitado seu relacionamento com os proprietários de veículos e a migração dos avisos de vencimento do IPVA em papel para o ambiente digital é o próximo passo dessa relação."

Ainda de acordo com a Sefaz, "além de eliminar o risco de extravio de correspondências e contribuir com as boas práticas de sustentabilidade, ao tornar as informações sobre o IPVA disponíveis em ambiente digital, a Secretaria da Fazenda quer que o proprietário de veículos possa se informar e se programar para as datas de vencimento de imposto de uma forma simples, direta e acessível."

A Secretaria da Fazenda disponibiliza canais eletrônicos de atendimento, pelo 0800-170 110 ou no Fale Conosco para que os contribuintes possam sanar suas dúvidas.

 

Mais barato

 

IPVA vai ficar em média 3,2% mais barato em 2018, informou a Secretaria da Fazenda de São Paulo. Os dados foram apurados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que fez a pesquisa com 11,5 mil marcas, modelos e versões diferentes de veículos.

Os contribuintes podem pagar o IPVA 2018 em cota única no mês de janeiro, com desconto de 3%, ou parcelar o tributo em três vezes (nos meses de janeiro, fevereiro e março), de acordo com o final da placa do veículo. Também é possível quitar o imposto no mês de fevereiro, sem desconto.

Quem deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto.

 

Calendário IPVA 2018

 

Os proprietários deverão observar o calendário de vencimento por final de placa (veja abaixo). Para efetuar o pagamento do IPVA 2018, basta o contribuinte se dirigir a uma agência bancária credenciada, com o número do Registro Nacional de Veículo Automotor (Renavam) e efetuar o recolhimento no guichê de caixa, nos terminais de autoatendimento, pela internet ou débito agendado ou outros canais oferecidos pela instituição bancária.

 

Veja o calendário para o pagamento do IPVA de caminhões (Foto: Secretaria da Fazenda de SP/Divulgação)


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Quinta, 14 de Dezembro de 2017

Por Potal do Cooperativismo Financeiro

A MundoCoop, principal plataforma de comunicação do setor, deflagra ação de marketing por todo o País para valorizar o sistema cooperativista brasileiro.

Gestores das principais cooperativas do País começaram a receber no início de dezembro sementes de pinheiro (árvores que simboliza o cooperativismo no Brasil) em uma iniciativa da MundoCoop – principal plataforma de comunicação do setor, independente e de abrangência nacional. Além das sementes enviadas para todo o País, uma semente será cultivada na sede da MundoCoop, de forma a seguir seu ciclo virtuoso de desenvolvimento em conjunto com as demais centenas de sementes distribuídas.

“É a MundoCoop tornando palpável o que vem fazendo há 19 anos, pois trabalhamos pelo crescimento, o fortalecimento e os frutos do cooperativismo brasileiro”, comenta Luis Claudio Silva, diretor comercial da MundoCoop. “Estamos distribuindo a semente da árvore que é símbolo máximo do cooperativismo. Um pinheiro ficará com a cooperativa e outro conosco, criando um círculo de crescimento conjunto, simbolizando a união do movimento, a imortalidade dos princípios, a fecundidade dos ideais e a vitalidade de seus adeptos”.

Batizado de “Cooperativismo – Faça Crescer”, o projeto foi criado pela agência HL/ Mais Coop, consultoria especializada na comunicação para cooperativas. “Este simbolismo está fortemente conectado ao cooperativismo. É um convite nosso para os cooperativistas, que nos estimula a juntos assumirmos o compromisso de cuidar da pequena planta que nascerá predestinada a uma trajetória sempre ascendente, projetando–se vigorosa e resolutamente para o alto, subindo cada vez mais, independentemente das intempéries”, destaca Douglas Alves, diretor de criação da MundoCoop.

Além das sementes enviadas a presidentes das cooperativas, a MundoCoop disponibiliza o logo da campanha para todos os interessados. Basta acessar o site www.mundocoop.com.br/facacrescer, fazer o download gratuito e compartilhar, potencializando a iniciativa. De acordo com Alves, “este gesto tão singelo visa estreitar ainda mais os nossos laços, além de nos conectar em prol de dois de nossos principais objetivos comuns: o fortalecimento e a valorização do cooperativismo no Brasil.


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Quinta, 09 de Novembro de 2017
Fonte: A Folha de São Paulo
 
A crise dos últimos anos foi um teste de fogo para o sistema cooperativo brasileiro.
Em um ambiente de restrição em que bancos fecharam as torneiras e chegaram a cortar até um quarto do
crédito concedido a micro, pequenas e médias empresas entre 2014 e 2016, o sistema cooperativo viu sua
carteira voltada à pessoa jurídica crescer até 26% no mesmo período.
A comparação dos sistemas é parte de um levantamento da consultoria Roland Berger.
Os juros cobrados pelos empréstimos a esse público também foram um diferencial entre as cooperativas.
No cartão de crédito, por exemplo, a taxa média cobrada por cooperativas foi a metade do juro de bancos
grandes e médios no ano passado. No cheque especial, a diferença em favor das cooperativas foi ainda
maior.
 Durante a crise, o estudo diz que bancos tradicionais reduziram o crédito a pequenas e médias empresas,
buscando negócios menos arriscados e mais rentáveis.
Entre as cooperativas, as concessões subiram, mas não de forma indiscriminada. A previsão, diz a
consultoria, é que elas mantenham o ritmo mais forte também neste ano.
"As cooperativas têm um maior conhecimento dos clientes e seus riscos, por isso foi possível crescer sem
aumentar a inadimplência", afirma Antonio Bernardo, presidente da Roland Berger.
Na Unicred, cooperativa focada em profissionais da área de saúde, por exemplo, a inadimplência está em
2,6%, em relação a uma média de 5% do setor bancário, diz seu diretor executivo, Fernando Fagundes.
CONSOLIDAÇÃO
Segundo o estudo, uma fusão entre cooperativas teria o potencial de aumentar a competição no mercado
de crédito, atendendo a um desejo do próprio regulador.
De forma agregada, o sistema cooperativo é hoje o sexto maior banco brasileiro, com R$ 177 bilhões em
ativos.
A fusão, mostra o levantamento, poderia dar origem ao quinto maior banco. Hoje, Sicoob e Sicredi
respondem por 85% do segmento cooperativo. "Como não há a menor possibilidade hoje de ter um novo
entrante no mercado bancário, a fusão de cooperativas pode ser a chance de dinamizar a concorrência",
diz o diretor financeiro da Roland Berger, Wander Azevedo.
Para a consultoria, a consolidação melhoraria aspectos do sistema cooperativo, como agências pouco
eficientes e baixa digitalização.
Fagundes, da Unicred, reconhece que os ganhos seriam enormes, em linha com o mercado internacional.
O francês Crédit Agricole e o holandês Rabobank, por exemplo, nasceram de cooperativas. Mas a união,
diz Fagundes, estaria longe de acontecer no Brasil.
João Tavares, presidente do Sicredi, lembra que cada uma das cooperativas tem um jeito de atuar, com
estruturas de governança diferentes.
O assunto, no entanto, já é debatido no âmbito da OCB, a organização das cooperativas. Francisco
Reposse Júnior, diretor do Sicoob, revela que as primeiras ações nesse sentido devem ser de
compartilhamento de comunicação e de tecnologia.
Com 3,7 milhões de cooperados concentrados na área rural, o Sicoob é o maior sistema cooperativo do
país.
Em linha com o estudo, Reposse Júnior espera expansão de 9% do crédito em 2017. Além disso, diz ele,
desde junho de 2016, o Sicoob abriu 146 agências e prevê inaugurações em Minas, Paraná e Rio Grande
do Sul.
MENOS IMPOSTOS
Assim como os bancos, o sistema cooperativo também é regulado pelo Banco Central, com peculiaridades.
Para acessar as linhas de crédito e produtos oferecidos pelas cooperativas, o cooperado precisa comprar
uma cota no negócio e participar das decisões de forma semelhante às reuniões de um condomínio —o
que não é exigido por um banco comum.
O regime tributário das cooperativas também difere dos bancos. Elas não pagam tributos como PIS, Cofins
e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido).
No início do ano, o governo igualou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de cooperativas e
bancos.
Para Azevedo, da Roland Berger, a tributação diferenciada não seria o principal fator a permitir juros
menores entre cooperativas.
"Como elas não precisam dar retorno gigantesco porque não têm ações, conseguem adotar uma taxa mais
ajustada para ter sustentabilidade do negócio. Procurados, os bancos não comentaram.

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Segunda, 02 de Outubro de 2017

Por Portal do Cooperativismo Financeiro

Estamos experimentando (ou “experienciando”) uma nova e revolucionária era nas relações entre tomadores e provedores de produtos e serviços, em que as condições são ditadas não mais pela oferta e sim pela demanda.

Andam cada vez mais em evidência as soluções que, sensíveis à intervenção do usuário, combinam qualidade, preço justo e conteúdo socioambiental. Se a isso tudo puder ser associado algum propósito – algo que, ultrapassando a mera relação comercial, cause impacto para mais pessoas –, tanto melhor.

Nesse contexto, o cooperativismo habilita-se com força total para merecer a preferência do neoexigente consumidor.

Com efeito, no empreendedorismo cooperativo não há oponentes. Todos jogam no mesmo time. O dono é também o cliente; o anfitrião, ao mesmo tempo o convidado. É um convívio sem intermediários. Logo, além da garantia da qualidade e adequabilidade das soluções, não se estabelece o habitual conflito entre o querer cobrar mais e o desejar pagar menos. O preço será aquele suficiente para dar sustentabilidade e longevidade ao empreendimento comum.

Some-se a isso o ativismo da cooperativa no processo de desenvolvimento socioeconômico local, engajamento natural pelo fato de os donos residirem e empreenderem nas respectivas comunidades. Sendo do mesmo lugar, os cooperados direcionam a sociedade cooperativa para o bem comum, melhorando a qualidade de vida do maior número possível de pessoas. Eis o propósito, a causa, em perfeita sintonia com o 7º princípio cooperativista, definido globalmente como “interesse pela comunidade”.

No caso, especificamente, do cooperativismo financeiro os predicados que o qualificam para os dias atuais passam pela sua decisiva contribuição nos programas de inclusão e educação financeiras; pelo reinvestimento local da poupança, gerando emprego, renda, consumo, novas riquezas, receitas tributárias e desenvolvimento social nas comunidades; pela prática de preços justos na oferta de produtos e serviços financeiros; e pelo seu protagonismo (como agente concorrencial à altura) no aperfeiçoamento das práticas bancárias como um todo.

Estima-se que as cooperativas sejam os únicos agentes de prestação de serviços financeiros em dez por cento dos municípios brasileiros, assumindo a responsabilidade exclusiva pela inclusão bancária e pelo fomento do pequeno negócio em mais de seiscentas remotas comunidades do país.

Quando se trata de comparar preços de soluções bancárias, as cooperativas – dada a sua condição de entidades sem fins lucrativos – aparecem, com larga vantagem, como a opção mais econômica para os usuários. Apenas no âmbito do Sicoob, que tem presença em todo o país, com mais de 2.600 agências, os seus cooperados (3,6 milhões) tiveram em 2016 uma economia – ou agregação de renda – na ordem de R$ 10,3 bilhões pelo fato de terem escolhido a cooperativa como a sua instituição financeira. A diferença decorre de menores taxas de juros, tarifas reduzidas ou mesmo inexistentes, melhor remuneração dos investimentos e retorno do resultado do exercício proporcionalmente ao volume de negócios de cada cooperado (“cliente”).

Empreendimentos autogeridos e com vocação para promover a justiça financeira,  tais organizações conseguem oferecer aos proprietários-usuários um conjunto completo de produtos e serviços com margens diferenciadas, que vão de múltiplas opções de investimento às mais variadas linhas de crédito; de cartões a adquirência bancária; de consórcios a seguros.  Em sintonia com a revolução tecnológica em curso – mas sem descuidar do relacionamento pessoal sempre que o cooperado assim o preferir –, asseguram, ainda, aos seus beneficiários todas as facilidades digitais que os clientes acessam nos grandes bancos nacionais, apesar de operarem com um orçamento bem mais modesto.

Esses são alguns exemplos do virtuosismo cooperativista, cujo movimento, também por sua reputação – vez que alicerçado em valores e princípios universais –, é o antecedente, legítimo e sustentável, do que se conhece, atualmente, como economia compartilhada, colaborativa ou, ainda, de rede, reunindo todos os méritos dessa nova abordagem.

Enfim, como já ocorre em vários outros países dos cinco diferentes continentes, as cooperativas constituem, hoje, uma alternativa real no segmento bancário nacional, cuja indústria apresenta forte concentração e opera com elevadas margens.

Daí, portanto, a hora e a vez do cooperativismo financeiro!

 

___________

Ênio Meinen, diretor de operações do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob) e autor do livro “Cooperativismo Financeiro: virtudes e oportunidades – Ensaios sobre a perenidade do empreendimento cooperativo” (Confebras, 2016).


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